Checklist Anti-Vício:

Como Identificar e Corrigir o Uso Excessivo de Jogos dos Seus Filhos.

Um guia rápido e direto para ajudar pais a identificar sinais de uso excessivo de videogames em crianças e adolescentes de 8 a 16 anos e tomar atitudes práticas para corrigir o comportamento de forma saudável e sem conflitos.

São mais de 50 exemplos de diálogos entre pais e filhos, com análises práticas para você aplicar hoje mesmo!

Se preocupa de verdade
em entender o que está por trás
do comportamento do seu filho.
Quer construir uma relação
de confiança, respeito
e diálogo aberto
com seu filho.
Entende que o objetivo não é proibir
o jogo, mas ajudar seu filho a ter
equilíbrio emocional e escolhas
mais saudáveis
.
Reconhece que educar é um processo
que exige presença, paciência
e escuta ativa
.
Acredita que o problema principal
é o jogo e não a forma como
a relação com seu filho está
sendo construída
.
Busca soluções rápidas,
sem se envolver
emocionalmente no processo
.
Não está disposto(a)
 ouvir mais e falar menos
para fortalecer o vínculo.
Prefere punições e reações
automáticas
ao invés de diálogo
e construção de responsabilidade.

Preocupação constante com os jogos.

Irritação e tristeza quando não pode jogar.

Aumento constante do tempo de jogo.

Dificuldade de parar mesmo querendo.

Perde de interesse por outras atividades.

Joga apesar dos problemas que isso causa.

Esconde ou mente sobre quando joga.

 Usa o jogo para fugir de sentimentos difíceis.

Prejuízo social ou emocional por causa do jogo.

Mãe de Raul, 9, e Samuel, 5

O medo serve para nos alertar sobre o que nos ameaça e aqui a ameaça era o desconhecimento sobre o mundo dos games! Não crescemos com acesso a tecnologia e isso poderia ser uma barreira ao acesso dos nossos filhos. Ter um espaço de trocas, informações e uma curadoria atenta e sensível como a do Rick no grupo Pais no Controle tem sido o apoio necessário para acompanhar os meninos em uma exploração de forma segura e confiante!

Pai de Otávio, 13, e Manuela, 11
Como psicólogo e pai, a questão dos games se tornou forte preocupação para mim. O poder dos games, cada vez mais refinado pela indústria, de gerar comportamentos de vício, como dependência, isolamento e abstinência é assustador. Sinto que muitos pais compartilham essa preocupação e, assim como eu mesmo, adotam uma mentalidade de tudo ou nada: permitir ou proibir. Vivemos uma eterna queda de braço. O trabalho do Rick me introduziu a uma possibilidade que mudou o jogo (literalmente). Ele me mostrou que existe aí uma oportunidade de ouro: se interessar pelo que os filhos jogam, como e com que jogam, e encontrá-los no mundo deles. Desse valioso ponto de vista, os games podem se tornar ocasião de encontro, de aproximação, de um território comum onde é possível criar uma relação mais leve e autêntica do que nossos impulsos de dizer o que as crianças e jovens podem ou não fazer. Fora isso, os games também podem constitutir habitats e ecossistemas de aprendizagem e transformação pessoal. Agradeço ao Rick por me abrir os olhos e me apontar novos caminhos.

Rick é fundador da Press Start e Mestre em Ciência e Design de Jogos pela Northeastern University, em Boston (EUA), onde criou o primeiro programa de esportes eletrônicos da instituição. Com uma pós-graduação em Parentalidade, é professor do MBA em Educação e Tecnologia da FIAP, onde leciona sobre Experiências de Aprendizagem Inovadoras e Aprendizagem Baseada em Jogos. Além disso, já ministrou disciplinas inovadoras sobre finanças, gestão e habilidades socioemocionais em algumas das escolas mais renomadas do sul do Brasil, incluindo Israelita, Farroupilha, Glória e Pan American.

Diretor de Desenvolvimento Comunitário na Federação Israelita do Rio Grande do Sul e Coordenador do Núcleo de Empreendedorismo no Colégio Israelita Brasileiro, Rafael atuou como Coordenador Educacional do Ensino Fundamental II, na mesma escola, onde também lecionou como professor curricular e de disciplinas eletivas. Graduado em Psicologia pela PUCRS, é Head de Educação na Press Start, utilizando o treinamento e aprimoramento de habilidades para transformar o engajamento em uma ferramenta essencial na formação de cidadãos mais conscientes.

Esse material foi criado especialmente para pais que sentem que seus filhos estão cada vez mais imersos nos jogos e não sabem como agir — sem brigar, sem perder o vínculo e sem reforçar o distanciamento.
É um guia prático, com cenários reais, exemplos de falas e estratégias testadas para te ajudar a se reconectar com seu filho através da escuta e do entendimento emocional.

Esse é justamente um dos principais objetivos do checklist: te ajudar a diferenciar o excesso saudável daquilo que pode ser sinal de alerta. Você vai aprender a observar o contexto, as motivações por trás do comportamento e os impactos reais do jogo na vida do seu filho.

Os dois. A proposta aqui não é “liberar tudo” nem “controlar tudo”, mas sim aprender a escutar com empatia, estabelecer acordos claros e manter sua autoridade com afeto. Você vai aprender a dizer “não” sem fechar portas — e a criar limites que realmente funcionam.

Não. O material foi pensado para ser acessado e aplicado de forma leve e flexível, mesmo com a rotina corrida. Você pode ir lendo aos poucos e aplicando os exemplos nos momentos do dia a dia com seu filho, sem precisar horas de estudo ou dedicação contínua.

Quando você muda a forma de se comunicar, a relação muda — e com isso, o comportamento do seu filho tende a mudar também. Não existe fórmula mágica, mas há caminhos mais inteligentes, respeitosos e eficazes, e é isso que você vai encontrar aqui.

O conteúdo foi pensado para pais de crianças e adolescentes entre 8 e 17 anos — que estão começando ou já imersos no mundo dos jogos. Mas os princípios podem ser adaptados também para jovens mais velhos ou até adultos que vivem em casa e enfrentam dificuldades parecidas.

Você pode continuar sua jornada conosco. Esse guia é um ponto de partida, mas temos outras formações, encontros e mentorias mais aprofundadas para quem quiser se desenvolver ainda mais como educador dentro de casa.

O checklist foi feito no Notion, você receberá o link de acesso logo após a compra.

O pagamento é realizado com segurança pela Cakto, que aceita cartão de crédito e Pix.

Sim! Você tem 7 dias de garantia, podendo solicitar o reembolso diretamente pela plataforma da Cakto.

Se mesmo assim você ainda está com dúvidas, entre em contato conosco que responderemos em até 12h.